O Brasil deu um passo importante na agenda climática ao aprovar a lei que cria o mercado de carbono regulamentado no país.

Brasil inicia mercado regulamentado de créditos de carbono

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A medida estabelece regras para a redução e compensação de emissões de gases de efeito estufa, alinhando o país aos compromissos do Acordo de Paris e abrindo novas oportunidades para empresas e investidores.

Com a aprovação da lei, o foco agora passa para a implementação das regulamentações e para a estruturação do sistema nacional.

Serão definidas as metas de emissões por setor, os critérios de verificação e os mecanismos de registro dos créditos de carbono.

A expectativa é que o mercado comece a operar nos próximos anos, impulsionando a economia verde brasileira.

Especialistas destacam que o novo modelo pode atrair investimentos internacionais e fortalecer a posição do Brasil como líder em soluções climáticas.

O país tem potencial para se tornar um grande fornecedor de créditos de alta integridade, especialmente por conta de seus ativos naturais e da experiência em projetos de redução de emissões na Amazônia e em outros biomas.

Além do impacto ambiental, o mercado regulamentado deve trazer benefícios econômicos e sociais, estimulando a inovação tecnológica e a transição energética.

Setores como agronegócio, indústria e energia poderão se adaptar e gerar novas fontes de receita por meio da comercialização de créditos.

A criação do mercado brasileiro de carbono marca um avanço decisivo rumo a neutralidade climática.

O sucesso dessa iniciativa dependerá da colaboração entre governo, empresas e sociedade para garantir transparência, credibilidade e resultados concretos na redução das emissões.

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Projeto Mejuruá

Amazônia, Brasil

O Projeto Mejuruá tem como objetivo proteger a floresta amazônica e ajudar as comunidades locais.

E essa proteção vem por meio da conservação ambiental, ele gera créditos de carbono que contribuem para a redução das emissões de gases poluentes, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.