Cingapura assinou um novo acordo de crédito de carbono com o Vietnã, fortalecendo sua estratégia de compensação de emissões no Sudeste Asiático.

Este é o segundo pacto da República na região, após o firmado com a Tailândia, ampliando as opções para adquirir créditos de carbono de alta qualidade e reduzir sua pegada ambiental.
O acordo permite que empresas e governo de Cingapura compensem parte das suas emissões comprando créditos do Vietnã.
Já para o Vietnã, a parceria traz receita para projetos climáticos, investimentos em energia limpa e apoio ao desenvolvimento sustentável, criando também novas oportunidades de emprego.
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Essa contribuição, feita de forma voluntária, reforça o compromisso de ambos os países em construir uma economia de baixo carbono e cooperar regionalmente contra as mudanças climáticas.
Esse mecanismo fortalece a credibilidade do acordo e contribui para reduzir de forma gradual as emissões globais.
Segundo especialistas, a parceria entre Cingapura e Vietnã pode se tornar um exemplo para outros países da região.
Mostrando que o mercado de carbono pode ser uma ferramenta prática e eficaz no combate ao aquecimento global.
A expectativa é que novos acordos semelhantes sejam firmados, criando um ecossistema regional mais forte para acelerar a transição climática.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
