A Bevap Bioenergia concluiu a emissão de créditos de carbono, resultado da geração de energia elétrica renovável a partir do bagaço de cana exportada a rede entre 2013 e 2024.

O projeto desenvolvido em parceria com a FastCarbon, reforça o compromisso da empresa com a transição energética e a descarbonização.
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Além de ter alcançado 16 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
A emissão foi estruturada com a aplicação de metodologia do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo , reconhecida internacionalmente, o que garante integridade, rastreabilidade e confiabilidade dos créditos.
Essa abordagem assegura baixo custo, rapidez na verificação e eficiência no processo, atributos que aumentam a confiança do mercado e ampliam o valor dos ativos ambientais.
Segundo Newton Santana, CEO da Bevap, o resultado mostra o potencial do setor sucroenergético em gerar impacto positivo em escala:
“Produzimos energia limpa a partir do bagaço de cana e provamos que sustentabilidade pode caminhar junto com inovação e resultados concretos”.
Já a FastCarbon destacou que o modelo adotado oferece segurança ambiental e jurídica, atendendo às demandas de compradores corporativos e auditorias internacionais.
A certificação ainda reconheceu impactos sociais e econômicos, como a promoção de trabalho decente, incentivo a inovação e infraestrutura, apoio a ação climática e fortalecimento de parcerias sustentáveis.
Esses benefícios demonstram como a geração de bioeletricidade vai além da descarbonização, criando valor direto para as comunidades locais e para a economia brasileira.
Com a emissão validada a Bevap está apta a comercializar créditos de carbono de alta integridade.
Empresas interessadas podem adquirir os ativos para acelerar suas metas de neutralidade climática, financiar a expansão da bioenergia e contribuir de forma mensurável para a sustentabilidade no Brasil.
O projeto reforça o papel da Bevap como referência em inovação, energia renovável e compromisso socioambiental no setor sucroenergético.
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Projeto Mejuruá:

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa voltada proteção da floresta amazônica por meio da geração de créditos de carbono por meio da conservação ambiental.
Esse projeto conta com investimentos privados e é financiado pelo empresário Gaetano Buglisi.
A proposta busca manter a vegetação nativa ajudando a combater o desmatamento e a preservar a biodiversidade local.
