O Parque Eólico Monte Verde da EDP, conquistou uma certificação internacional de créditos de carbono, tornando-se o primeiro projeto da empresa no mundo a receber esse reconhecimento.

Localizado no Rio Grande do Norte, o parque já é o segundo maior do Brasil em geração de créditos a partir de energia renovável, com potencial de evitar mais de 533 mil toneladas de carbono por ano.
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A certificação foi concedida pelo Global Carbon Council e garante que a energia gerada pelo Monte Verde contribui de forma efetiva para a redução de gases de efeito estufa.
Com isso, os créditos de carbono do projeto podem ser comercializados em mercados voluntários, fortalecendo a presença da EDP na agenda global de sustentabilidade e transição energética.
O Monte Verde também recebeu o Selo Diamante, a mais alta classificação do GCC, por sua contribuição direta a sete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, incluindo energia limpa, trabalho decente, igualdade de gênero e ação climática.
Além da geração de energia, o projeto desenvolve iniciativas sociais em comunidades locais, com foco em educação, capacitação profissional e inclusão social.
Com um portfólio 100% composto por fontes renováveis, a EDP Brasil se consolida como referência em descarbonização e amplia soluções de energia solar, eólica e pequenas hidrelétricas para empresas de diferentes portes.
A companhia também aposta em uma transição energética justa, buscando democratizar o acesso à energia limpa e ampliar os benefícios sociais nas regiões onde atua.
A conquista do Parque Eólico Monte Verde reforça a estratégia global da EDP, alinhada ao Acordo de Paris e as metas de neutralidade de carbono.
Além de fortalecer a imagem do Brasil como líder em energia limpa, o projeto abre novas oportunidades no mercado de créditos de carbono, estimado em trilhões de dólares, consolidando o setor elétrico como protagonista da transformação sustentável.
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Projeto Mejuruá

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa voltada proteção da floresta amazônica por meio da geração de créditos de carbono por meio da conservação ambiental.
Esse projeto conta com investimentos privados e é financiado pelo empresário Gaetano Buglisi.
A proposta busca manter a vegetação nativa ajudando a combater o desmatamento e a preservar a biodiversidade local.
