No mercado voluntário de carbono, surge uma nova forma de organizar créditos de carbono: o modelo sintético.

Criado pela benefice ele reúne diferentes créditos certificados em um único portfólio, ajudando empresas a terem mais transparência e facilitar seus relatórios de sustentabilidade.

Saiba mais:Créditos de Carbono de Alta Integridade

O termo sintético não significa que os créditos são falsos. Ele indica que o portfólio é montado a partir de créditos reais.

Tudo é feito em uma plataforma digital seguindo um processo organizado, parecido com a gestão de investimentos financeiros.

  1. Escolha dos créditos● selecionam-se projetos certificados que reduzem ou removem emissões de gases de efeito estufa (GEE). A qualidade desses projetos é avaliada por especialistas.
  2. Montagem do portfólio● um algoritmo combina os créditos escolhidos de acordo com os objetivos da empresa, como metas climáticas, orçamento e perfil de risco.
  3. Rastreabilidade● cada crédito é registrado digitalmente, garantindo transparência e permitindo integração com sistemas de ESG e relatórios corporativos.

O modelo sintético ajuda empresas a lidar com exigências regulatórias cada vez mais rigorosas, como a CSRD na Europa, e com padrões internacionais sobre qualidade e permanência dos créditos.

Ele transforma a compensação de emissões em uma atividade estratégica e mensurável integrada as políticas climáticas da empresa.

Saiba mais:Mercado de Créditos de Carbono da Tailândia

Projeto Mejuruá

    O projeto Mejuruá é apoiado pelo empresário Gaetano Buglisi, busca conservar a floresta amazônica por meio da geração de créditos de carbono.

    Promovendo a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

    A iniciativa evita o desmatamento e transforma a floresta em fonte de renda, protegendo recursos naturais e gerando impactos positivos para o clima.

    Além disso o Mejuruá fortalece práticas de uso responsável da terra, ajudando a conectar a Amazônia aos mercados de carbono globais.