No mercado voluntário de carbono, surge uma nova forma de organizar créditos de carbono: o modelo sintético.

Criado pela benefice ele reúne diferentes créditos certificados em um único portfólio, ajudando empresas a terem mais transparência e facilitar seus relatórios de sustentabilidade.
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O termo sintético não significa que os créditos são falsos. Ele indica que o portfólio é montado a partir de créditos reais.
Tudo é feito em uma plataforma digital seguindo um processo organizado, parecido com a gestão de investimentos financeiros.
- Escolha dos créditos● selecionam-se projetos certificados que reduzem ou removem emissões de gases de efeito estufa (GEE). A qualidade desses projetos é avaliada por especialistas.
- Montagem do portfólio● um algoritmo combina os créditos escolhidos de acordo com os objetivos da empresa, como metas climáticas, orçamento e perfil de risco.
- Rastreabilidade● cada crédito é registrado digitalmente, garantindo transparência e permitindo integração com sistemas de ESG e relatórios corporativos.
O modelo sintético ajuda empresas a lidar com exigências regulatórias cada vez mais rigorosas, como a CSRD na Europa, e com padrões internacionais sobre qualidade e permanência dos créditos.
Ele transforma a compensação de emissões em uma atividade estratégica e mensurável integrada as políticas climáticas da empresa.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é apoiado pelo empresário Gaetano Buglisi, busca conservar a floresta amazônica por meio da geração de créditos de carbono.
Promovendo a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.
A iniciativa evita o desmatamento e transforma a floresta em fonte de renda, protegendo recursos naturais e gerando impactos positivos para o clima.
Além disso o Mejuruá fortalece práticas de uso responsável da terra, ajudando a conectar a Amazônia aos mercados de carbono globais.
