A MSCI divulgou um relatório que analisa os impactos das mudanças climáticas na economia e no setor financeiro.

Como o setor financeiro pode descarbonizar?

O estudo aponta que o planeta já ultrapassou o limite de 1,5°C de aquecimento e que vem aumentando a frequência de eventos extremos como ondas de calor, inundações e incêndios florestais.

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Para a empresa o desafio agora é acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

Segundo a pesquisa as empresas listadas em bolsas de valores e fundos de ativos privados respondem por uma parte significativa das emissões globais de gases de efeito estufa.

A China e os Estados Unidos aparecem entre os maiores emissores, enquanto países como Canadá e Alemanha têm índices bem menores.

Essa diferença mostra como é difícil equilibrar crescimento econômico e descarbonização.

O relatório destaca que setores como energia e serviços públicos são intensivos no uso de carbono e água, podendo causar grande impacto ambiental e perda de biodiversidade ao longo do tempo.

Ainda assim há sinais positivos, como o crescimento da energia renovável, especialmente de fontes eólica e solar, que vêm ganhando espaço no mercado.

A MSCI também aponta que empresas que estabelecem metas climáticas mais ambiciosas conseguem reduzir melhor suas emissões, mas precisam de investimentos para transformar suas operações.

A iniciativa Science Based Targets é citada como referência para definir objetivos alinhados ao combate ao aquecimento global.

Outro ponto relevante é o papel dos créditos de carbono na transição energética.

Muitas empresas já utilizam esse mecanismo para compensar parte de suas emissões, e a tendência é que a demanda cresça nos próximos anos.

Para a MSCI, unir ambição e credibilidade é essencial para alcançar a neutralidade de carbono e enfrentar os desafios das mudanças climáticas.

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Projeto Mejuruá

Amazônia, Brasil

O projeto Mejuruá é uma iniciativa que tem como objetivo proteger a floresta amazônica e ajudar as comunidades locais.

Essa iniciativa é financiada pelo empresário italiano, Gaetano Buglisi.

Por meio da conservação ambiental ele gera créditos de carbono que contribuem para a redução das emissões de gases poluentes, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.