Os eletrônicos fazem parte do tipo de lixo que mais cresce no mundo.

Foram 62 bilhões de quilos em 2022 e menos de 25% disso teve algum tipo de reciclagem ou reaproveitamento, segundo o Monitor Global de Resíduos Eletrônicos 2024..
A metodologia calcula a redução de emissões em atividades como desmontagem, reaproveitamento de peças, extração de minerais de aparelhos antigos e restauração para revenda como equipamentos recondicionados.
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A recicladora Dynamic Lifecycle Innovations, com unidades nos EUA, foi a primeira a aderir, comprando 300 mil créditos de carbono verificados referentes a suas operações em 2023.
Esses créditos representam as emissões evitadas pelo trabalho de reciclagem e reaproveitamento feito pela empresa.
Segundo a Bloom ESG, esses créditos não são compensações tradicionais, mas sim um reconhecimento direto do impacto positivo na cadeia de suprimentos.
A ideia é criar até 2025 um registro de negociação para que outras recicladoras e empresas de tecnologia também possam gerar e vender créditos, ajudando a dar nova vida aos eletrônicos.
Grandes empresas como Deutsche Telekom e Cisco já incentivam clientes a devolverem aparelhos antigos, oferecendo descontos ou financiamento de novos produtos.
Essa estratégia mantém a qualidade no mercado de usados, protege a marca e, agora, poderá gerar novas receitas por meio dos créditos de carbono ligados à economia circular.
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Projeto Mejuruá: Meio Ambiente

O Projeto Mejuruá é apoiado pelo empresário Gaetano Buglisi, promove a preservação da floresta amazônica com geração de créditos de carbono de alta integridade.
E fica localizado em uma área remota e rica em biodiversidade, combinando conservação ambiental com impacto social, beneficiando comunidades locais.
