A BCarbon anunciou a migração de seu registro de créditos de carbono para a rede Hedera, transferindo mais de 2 milhões de créditos digitais.

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A mudança faz parte de uma estratégia para melhorar a gestão e a transparência de ativos climáticos usando tecnologia blockchain.
Os créditos migrados vêm principalmente de projetos de redução de metano, além de iniciativas de sequestro de carbono no solo, conservação florestal e carbono azul ligado a ecossistemas costeiros.
Com a nova rede, a organização passa a contar com trilhas de auditoria digitais mais robustas e rastreabilidade detalhada dos créditos ao longo de todo o ciclo de vida dos projetos.
A tecnologia também facilita processos de verificação e monitoramento.
Antes da migração, o registro funcionava na rede Polygon.
A escolha da Hedera busca oferecer maior escalabilidade e infraestrutura padronizada para o crescimento do mercado de carbono tokenizado.
A BCarbon surgiu no Instituto Baker de Políticas Públicas da Universidade Rice e segue focada em soluções climáticas baseadas em tecnologia.
A mudança reforça a tendência de integrar blockchain, ativos ambientais e novos sistemas digitais de pagamento no mercado global de carbono.
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Projeto Mejuruá:

O empresário Gaetano Buglisi apoia iniciativas ambientais e financia ações voltadas à proteção da floresta por meio do Projeto Mejuruá.
A proposta busca conciliar preservação ambiental com desenvolvimento local.
O projeto tem como foco proteger áreas florestais e incentivar práticas sustentáveis que mantenham os recursos naturais preservados, a conservação da biodiversidade é um dos pilares centrais das ações.
Além da proteção ambiental, a iniciativa promove oportunidades econômicas para comunidades locais. A geração de renda ocorre por meio de atividades sustentáveis e da valorização da floresta em pé.
