A Microsoft anunciou um novo acordo para a compra de 3,6 milhões de toneladas de créditos de remoção de carbono.

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Reforçando sua estratégia para neutralizar emissões associadas ao crescimento de suas operações.
Os créditos virão de uma nova planta de bioenergia com captura e armazenamento de carbono, que está sendo construída pela empresa C2X nos Estados Unidos.
A unidade, com previsão de início de operação em 2029, utilizará resíduos florestais para produzir metanol de baixo carbono, destinado aos setores de aviação, transporte marítimo e indústria química.
Além da produção anual estimada em mais de 500 mil toneladas de metanol, o projeto faz a previsão de captura de cerca de 1 milhão de toneladas de carbono por ano, que será armazenado de forma permanente em formações geológicas.
O contrato faz parte de um movimento mais amplo da Microsoft para acelerar a aquisição de créditos de remoção de carbono em larga escala.
A intensificação dessa estratégia está diretamente ligada a expansão da infraestrutura de inteligência artificial e data centers, que aumenta o consumo de energia e pressiona as cadeias de suprimento.
Embora a Microsoft invista fortemente em energia renovável e nuclear, a companhia reconhece que apenas a compra de eletricidade limpa não é suficiente para compensar todas as emissões indiretas do seu crescimento.
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Projeto de carbono: Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
