Conforme o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, a Amazônia Legal enfrenta um aumento na degradação florestal, com um total de 33.807 km² de áreas degradadas no ciclo de desmatamento de 2025.

Esse índice representa um crescimento de 482% em relação ao período anterior, quando a área degradada foi de 5.805 km², marcando o maior índice já registrado na série histórica.

Leia: Desmatamento Ilegal na Amazônia e Cerrado

O principal catalizador para essa degradação tem sido as queimadas e a extração ilegal de madeira, ações que não só desmatam a vegetação, mas também criam condições propícias para o avanço do desmatamento.

Saiba mais: COP30: Amazônia como Foco Principal

Tais práticas abrem caminho para a destruição irreversível de vastas áreas da floresta, comprometendo a biodiversidade e os serviços ecológicos cruciais da região.

Portanto, a situação revela a urgência de ações efetivas para combater a degradação e garantir a conservação da Amazônia Legal, um bioma vital para o equilíbrio climático global.

Relação com o Projeto Mejuruá

Iniciativas como o Projeto Mejuruá da BR ARBO apontam o potencial da conservação florestal amazônica para atingirem as metas sustentáveis, sendo considerado um projeto de viés ambiental. 

Projetos como o Mejuruá contribuem para o mercado de carbono global ao preservar ecossistemas, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local, alinhando-se com a perspectiva de transição para uma economia mais sustentável.

Ana Carolina Turessi