O crédito de carbono tem se tornado uma ferramenta importante de sustentabilidade e geração de renda no agronegócio.
Especialmente em regiões com forte presença agrícola, como Mato Grosso do Sul.

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Especialistas destacam que esses créditos não são apenas um modismo, mas um movimento estruturado que exige planejamento técnico e acompanhamento especializado para que produtores possam se beneficiar economicamente.
No campo práticas sustentáveis como agricultura de baixo carbono e sistemas produtivos integrados ajudam a reduzir gases de efeito estufa.
Essas reduções podem ser transformadas em créditos de carbono que os produtores vendem em mercados ambientais, gerando receita adicional.
Além disso, o mercado de créditos de carbono pode ser uma fonte de nova renda para produtores rurais.
Incentivando a adoção de métodos que conciliem produção agrícola com conservação ambiental.
O tema está ganhando espaço nas discussões do setor e representa uma oportunidade de incluir a agricultura na transição para uma economia de baixo carbono.
Alinhada as demandas climáticas e aos mercados nacionais e internacionais.
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Projeto Mejuruá:

O empresário Gaetano Buglisi apoia iniciativas ambientais e financia ações voltadas à proteção da floresta por meio do Projeto Mejuruá.
A proposta busca conciliar preservação ambiental com desenvolvimento local.
O projeto tem como foco proteger áreas florestais e incentivar práticas sustentáveis que mantenham os recursos naturais preservados, a conservação da biodiversidade é um dos pilares centrais das ações.
Além da proteção ambiental, a iniciativa promove oportunidades econômicas para comunidades locais. A geração de renda ocorre por meio de atividades sustentáveis e da valorização da floresta em pé.
