O carbono azul é o carbono capturado pelos oceanos e ecossistemas costeiros, como ervas marinhas, manguezais e pântanos de maré.

Esses ambientes são muito eficientes em armazenar carbono, ajudando a reduzir os gases que aquecem o planeta.
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Além de armazenar carbono, eles oferecem outros benefícios importantes: protegem o litoral, servem de abrigo para espécies marinhas, ajudam na fertilidade do solo e sustentam comunidades locais que dependem da pesca e da agricultura.
Infelizmente, atividades humanas, como urbanização e conversão de terras para agricultura, destruíram grande parte desses ecossistemas.
Quando isso acontece o carbono armazenado é liberado de volta para a atmosfera, aumentando o aquecimento global.
Para proteger essas áreas, surgiram os créditos de carbono azul, que financiam a preservação e a restauração desses ecossistemas.
Eles ajudam empresas e governos a compensar suas emissões e incentivar práticas sustentáveis.
Apesar de seu potencial, o carbono azul ainda é pouco explorado nos mercados de carbono, sendo um segmento menor em comparação com florestas e projetos de energia renovável.
Ainda assim sua preservação é essencial para combater as mudanças climáticas e proteger comunidades costeiras.
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Meio Ambiente: Créditos de Carbono

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa de conservação na região amazônica que fica voltada para a proteção da floresta, por meio da geração de créditos de carbono e apoio para as comunidades locais.
Tem tambem o apoio do empresário italiano Gaetano Buglisi, que busca promover o desenvolvimento sustentável, aliando a preservação ambiental com benefícios sociais e fortalecendo a economia local.