O governo do Canadá estuda mudanças na precificação do carbono industrial para reduzir emissões sem prejudicar a competitividade das empresas.
A ideia é usar o preço do carbono como incentivo econômico para que indústrias invistam em tecnologias mais limpas.

O modelo atual mistura regras federais e provinciais diferentes, o que tem criado um sistema confuso e pouco eficiente.
Essa falta de padronização dificulta novos investimentos em projetos de baixo carbono e reduz a confiança do mercado.
Apesar dos desafios, a precificação do carbono ainda é vista como uma das ferramentas mais fortes para cortar emissões com custos baixos para empresas e praticamente nenhum impacto direto para consumidores.
O mecanismo também pode ajudar a indústria a se adaptar às novas exigências climáticas globais.
Outro objetivo é fortalecer as exportações para regiões com regras ambientais mais rígidas, como a União Europeia.
Produtos que não têm precificação de carbono podem sofrer tarifas ambientais, o que pressiona países exportadores a adotarem políticas climáticas mais robustas.
Além disso, o tema ganha relevância em meio às tensões comerciais com os Estados Unidos e à busca por novas oportunidades econômicas.
Reformar o sistema pode ajudar o Canadá a manter competitividade internacional e acelerar sua transição para uma economia de baixo carbono.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
