A União Europeia fechou um acordo sobre sua meta climática para 2040, mantendo oficialmente o compromisso de reduzir 90% das emissões de gases de efeito estufa.

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O anúncio preserva o discurso de ambição climática, mas inclui flexibilidades que permitem o uso limitado de créditos internacionais de carbono.
Na prática, essa abertura reduz o esforço exclusivamente doméstico e sinaliza uma abordagem mais pragmática diante das pressões políticas e econômicas internas.
O uso de créditos externos passa a ser visto como um instrumento complementar, especialmente para setores com maior dificuldade de descarbonização.
O acordo também prepara o terreno para reformas mais amplas na precificação do carbono a partir de 2026.
A União Europeia deve revisar regras do mercado de carbono, mecanismos de ajuste de fronteira e critérios de integridade dos créditos aceitos.
Essas mudanças tendem a influenciar diretamente empresas, investidores e governos parceiros, já que o preço do carbono continuará sendo um dos principais sinais econômicos para orientar decisões de investimento e inovação tecnológica.
Apesar das críticas de especialistas e organizações ambientais, o consenso alcançado garante previsibilidade regulatória e mantém o carbono no centro da estratégia climática europeia, definindo o rumo das políticas de emissões para a próxima década.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
