Os mercados de carbono representam uma nova fase dos créditos de carbono.

Que é marcada por mais transparência e integração com estratégias corporativas.

Novos créditos de Carbono

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Para as instituições financeiras esse avanço abre oportunidades de investimento alinhadas a transição climática e a geração de valor de longo prazo.

Diferente do modelo inicial, os mercados novos priorizam créditos de alta integridade isso reduz riscos reputacionais e aumenta a confiança de bancos, seguradoras e gestores de ativos que buscam produtos financeiros ligados a descarbonização.

Ao se envolver com créditos de carbono, o setor financeiro pode apoiar projetos de restauração florestal, agricultura de baixo carbono, soluções baseadas na natureza e tecnologias de remoção de carbono.

Esses projetos ajudam empresas a cumprir metas climáticas e fortalecem cadeias produtivas mais resilientes.

Além do impacto ambiental, os créditos de carbono novos criam novas fontes de receita estruturam ativos ambientais e ampliam o portfólio de produtos sustentáveis.

Para investidores isso significa um aumento ao acesso a mercados emergentes e alinhamento com critérios ESG cada vez mais exigidos.

Com a evolução da regulação e o crescimento da demanda global, as instituições financeiras que se posicionarem agora tendem a ganhar vantagem competitiva.

Investir nos mercados de carbono 2.0 é participar ativamente da construção de uma economia mais sustentável e preparada para o futuro.

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Projeto Mejuruá: O compromisso com o Meio Ambiente

Amazônia, Brasil

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.

Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.

Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.